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FELIZ ANIVERSÁRIO BLOGGGG!
é… dia 10/10/2009… daqui há uma hora… meu blog faz dois anos de vida… ou de conectividade…
tantas coisas boas e ruins aconteceram nesses dois ultimos anos… mas fico feliz por ter crescido cada dia mais e mais… e poder ver as mudanças que tive interna e externamente na minha vida…
fico satisfeito com cada ação… e me alegro cada dia mais e mais por poder compartilhar com cada um o pouco que aprendo da vida…
OBRIGADO AO MEU BLOG POR ME PROPORCIONAR BONS MOMENTOS… E GRANDES ALEGRIAS…
agora… para animar um pouco…
minha produção exclusiva para o filme Lua Nova… isto é… farei parte da família dos Cullen… rssrsrs
kaukakua só pra brincar um pouco
FELÍZ ANIVERSÁRIO PARA O BLOG DO JUH.NINHO!!!!
VOCÊ APRENDE
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre
dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se e que companhia nem
sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes
não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhar adiante,
com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do
amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume
de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar
exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam…
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo
de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais sem arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas
distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os
amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa. Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas. Pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós,
mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com
o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser,
e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se
você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser
flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa
quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute
quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que
se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários
você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens:poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela
acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva,
mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas
vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que, com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa o quantos pedaços o seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o concerte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto plante seu jardim e decore a sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar, que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida.
Nossas dádivas são traidoras, e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.
EU APRENDI
EU APRENDI
Que a melhor sala de aula do mundo
Está aos pés de uma pessoa mais velha;
EU APRENDI
Que quando você está amando dá na vista;
EU APRENDI
Que ter uma criança adormecida em seus braços
É um dos momentos mais pacíficos do mundo;
EU APRENDI
Que ser gentil é mais importante do que estar certo;
EU APRENDI
Que eu sempre posso orar por alguém
Quando não tenho força para ajudá-lo
De alguma outra forma;
EU APRENDI
Que não importa quanta seriedade a vida exija de você.
Cada um de nós precisa de um amigo brincalhão
Para se divertir junto;
EU APRENDI
Que algumas vezes tudo o que precisamos
É de uma mão para segurar
E um coração para nos entender;
EU APRENDI
Que os simples passeios com meu pai em volta do
Quarteirão nas noites de verão quando eu era criança
Fizeram maravilhas para mim, quando me tornei adulto;
EU APRENDI
Que deveríamos ser gratos a Deus
Por não nos dar tudo que lhe pedimos;
EU APRENDI
Que debaixo da “casca grossa”
Existe uma pessoa que
Deseja ser apreciada e amada;
EU APRENDI
Que Deus não fez tudo num só dia;
O que me faz pensar que eu possa ?
EU APRENDI
Que quando você planeja se nivelar com alguém,
Apenas está permitindo que essa pessoa
Continue a magoar você.
EU APRENDI
Que o AMOR, e não o TEMPO,
É que cura todas as feridas;
EU APRENDI
Que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
EU APRENDI
Que quando o ancoradouro se torna amargo
A felicidade vai aportar em outro lugar;
EU APRENDI
Que eu gostaria de ter dito a minha mãe(pai)
Que a(o) amava, uma vez mais, antes dela morrer;
EU APRENDI
Que um sorriso é a maneira mais barata
De melhorar sua aparência;
EU APRENDI
Que todos querem viver no topo da montanha,
Mas toda felicidade e crescimento
Ocorre quando você está escalando-a;
Ao refletir sobre tudo isto,
Aprendi que tenho muito a aprender.
E que se alguém pensa saber tudo,
É porque não aprendeu como convém saber!!
WILLIAN SHAKESPEARE
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Carlos Drummond de Andrade

História: Nasceu em ltabira (MG) em 1902. Fez os estudos secundários em Belo Horizonte, num colégio interno, onde permaneceu até que um período de doença levou-o de novo para ltabira. Voltou para outro internato, desta vez em Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro. Pouco ficaria nessa escola: acusado de “insubordinação mental” – sabe-se lá o que poderia ser isso! -, foi expulso do colégio. Em 1921 começou a colaborar com o Diário de Minas. Em 1925, diplomou-se em farmácia, profissão pela qual demonstrou pouco interesse. Nessa época, já redator do Diário de Minas, tinha contato com os modernistas de São Paulo. Na Revista de Antropofagia publicou, em 1928, o poema “No meio do caminho”, que provocaria muito comentário.
Ingressou no funcionalismo público e em 1934 mudou-se para o Rio de Janeiro. Em agosto de 1987 morreu-lhe a única filha, Julieta. Doze dias depois, o poeta faleceu. Tinha publicado vários livros de poesia e obras em prosa – principalmente crônica. Em vida, já era consagrado como o maior poeta brasileiro de todos os tempos.
O nome de Drummond está associado ao que se fez de melhor na poesia brasileira. Pela grandiosidade e pela qualidade, sua obra não permite qualquer tipo de análise esquemática. Para compreender e, sobretudo, sentir a obra desse escritor, o melhor caminho é ler o maior número possível de seus poemas.
De acontecimentos banais, corriqueiros, gestos ou paisagens simples, o eu-lírico extrai poesia. Nesse caso enquadram-se poemas longos, como “O caso do vestido” e “O desaparecimento de Luísa Porto “, e poemas curtos, como “Construção”.
Muitos poemas de Drummond funcionam como denúncia da opressão que marcou o período da Segunda Grande Guerra. A temática social, resultante de uma visão dolorosa e penetrante da realidade, predomina em Sentimento do mundo (1940) e A rosa do povo (1945), obras que não fogem a uma tendência observável em todo o mundo, na época: a literatura comprometida com a denúncia da ascensão do nazi-fascismo.
A consciência do tenso momento histórico produz a indagação filosófica sobre o sentido da vida, pergunta para a qual o poeta só encontra uma resposta pessimista.
O passado ressurge muitas vezes na poesia de Drummond e sempre como antítese para uma realidade presente. A terra natal – ltabira – transforma-se então no símbolo da atmosfera cultural e afetiva vivida pelo poeta. Nos primeiros livros, a ironia predominava na observação desse passado; mais tarde, o que vale são as impressões gravadas na memória. Transformar essas impressões em poemas significa reinterpretar o passado com novos olhos. O tom agora é afetuoso, não mais irônico.
Da análise de sua experiência individual, da convivência com outros homens e do momento histórico, resulta a constatação de que o ser humano luta sempre para sair do isolamento, da solidão. Neste contexto questiona-se a existência de Deus.
Nos primeiros livros de Drummond, o amor merece tratamento irônico. Mais tarde, o poeta procura capturar a essência desse sentimento e só encontra – como Camões e outros – as contradições, que se revelam no antagonismo entre o definitivo e o passageiro, o prazer e a dor. No entanto, essas contradições não destituem o amor de sua condição de sentimento maior. A ausência do amor é a negação da própria vida. O amor-desejo, paixão, vai aparecer com mais freqüência nos últimos livros.
Depois da morte de Drummond, reuniu-se no livro O amor natural uma série de poemas eróticos mantidos em sigilo e que foram associados a um suposto caso extraconjugal mantido pelo poeta. Verdadeiro ou não o caso, interessa é que se trata de poemas bem audaciosos, em que se explora o aspecto físico do amor. Alguns verão pornografia nestes poemas; outros, o erotismo transformado em linguagem da melhor qualidade poética.
Metalinguagem: a reflexão sobre o ato de escrever fez parte das preocupações do poeta.
O tempo é um dos aspectos que concede unidade à poesia de Drummond: o tempo passado, o presente e o futuro como tema.
Toda a trajetória do poeta – qualquer que seja o assunto tratado – marca-se por uma tentativa de conhecer-se a si mesmo e aos outros homens, através da volta ao passado, da adesão ao presente e da projeção num futuro possível.
O passado renasce nas reminiscências da infância, da adolescência e da terra natal. A adesão ao presente concretiza-se quando o poeta se compromete com a sua realidade histórica (poesia social). O tempo futuro aparece na expectativa de um mundo melhor, resultante da cooperação entre todos os homens
FRASES
“A minha vontade é forte, mas a minha disposição de obedecer-lhe é fraca.”
“Adão, o primeiro espoliado – e no próprio corpo”
“As academias coroam com igual zelo o talento e a ausência dele.”
“Cada geração de computadores desmoraliza as antecedentes e seus criadores.”
“Há campeões de tudo, inclusive de perda de campeonatos.”
“Há homens e mulheres que fazem do casamento uma oportunidade de adultério.”
“No adultério há pelo menos três pessoas que se enganam.”
“O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar.”
“O homem vangloria-se de ter imitado o vôo das aves com uma complicação técnica que elas dispensam.”
“Os homens distinguem-se pelo que fazem, as mulheres pelo que levam os homens a fazer.”
“Quem gosta de escrever cartas para os jornais não deve ter namorada.”
“Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo.”
“Escritor: não somente uma certa maneira especial de ver as coisas, senão também uma impossibilidade de as ver de qualquer outra maneira.”
“Perder tempo em aprender coisas que não interessam, priva-nos de descobrir coisas interessantes.”
“Há certo gosto em pensar sozinho. É ato individual, como nascer e morrer.”
“Os homens são como as moedas; devemos tomá-los pelo seu valor, seja qual for o seu cunho.”
“Como as plantas a amizade não deve ser muito nem pouco regada.”
“Necessitamos sempre de ambicionar alguma coisa que, alcançada, não nos torna sem ambição.”
“Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar.”
“Há livros escritos para evitar espaços vazios na estante.”
“As obras-primas devem ter sido geradas por acaso; a produção voluntária não vai além da mediocridade.”
“Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons.”
“A educação para o sofrimento, evitaria senti-lo, em relação a casos que não o merecem.”
“Para a virtude da discrição, ou de modo geral qualquer virtude, aparecer em seu fulgor, é necessário que faltemos à sua prática.”
“A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade cultivando algumas pessoas.”
Poesias
“No Meio do Caminho”
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
“OS Ombros Suportam o Mundo”
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo,
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
“Quadrilha”
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
Carlos Drummond de Andrade por Juh.ninho
Por que eu gosto dele? Ele é um dos escritores mais puros e ao mesmo tempo de humor negro mais aguçado de todos. Ele é genial e seus textos prendem a atenção até o fim. Ele consegue falar de amor, traição, ódio, raiva, alegria, tristeza… ele é o rei do antagônico. Enfim… um escritor para todas as horas: Carlos Drummond de Andrade




